Um bocadito para lá das aparências
Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007
O Desenvolvimento Cognitivo Segundo Vigostky - 10

(...) 2.2 As raízes do Pensamento e da Linguagem Segundo Vigostki ...    (Continuação...)   


     Também ontogenéticamente podemos distinguir duas linhas separadas, derivadas de duas raízes diferentes - uma fase pré-intelectual no desenvolvimento da fala.


A existência de uma fase pré-verbal na evolução do pensamento durante a infância só recentemente foi corroborada por provas objectivas


      Buehler, demonstra que uma criança com 1 ano de idade mostra capacidades psíquicas muito semelhantes às dos símios observados no decurso das experiências – uma criatividade ainda muito rudimentar e a-linguística. Isto vem contrariar a teoria bem firmada que tendia a associar a fala ao princípio da hominização. Deste modo, antes que se manifeste o pensamento linguístico, teremos que considerar a manifestação de uma certa forma de pensamento instrumental, que se traduz pela habilidade de utilizar ferramentas. Só depois desta fase podemos então considerar uma complementaridade entre pensamento e linguagem – mais ou menos aos dois anos de idade, as curvas da evolução do pensamento e da fala, até então separadas, encontram-se e unem-se para iniciar uma nova forma de comportamento. A criança faz a maior descoberta da sua vida (faça-se neste ponto justiça a Stern) – que cada coisa tem o seu nome. É neste momento que a fala começa a servir ao intelecto e que os pensamentos começam a ser verbalizados. Até esse momento crítico, não podemos considerar seriamente que o balbucio das crianças se relacione com o pensamento – a criança reconhece de facto um pequeno número de palavras, como ocorre no condicionamento. Mas tal como nos animais domésticos, que respondem automaticamente a determinados sons, também nos bebés esses sons não devem ser considerados como símbolos pensados e abstractos, para lá da identificação demonstrativa - do contacto directo com o referencial situacional. Vigostski afirma que a criança terá que possuir uma estrutura de raciocínio anterior à fala, que de algum modo possibilite a sua aprendizagem, e neste ponto objecta claramente Stern e as suas tendências intelectualistas – A maior descoberta da criança (a fala) só é possível quando já se atingiu um nível relativamente elevado do desenvolvimento. Por outras palavras - a fala não pode ser ‘descoberta’ sem o pensamento. É precisamente todo este processo de desenvolvimento que Vigostki propõe investigar, ou seja, a especificação das estruturas do pensamento e os mecanismos da sua evolução – ao contrário de Stern, embaixador das teorias desenvolvimentacionistas intencionalistas, Vigostki defende que a criança não nasce já a pensar, antes tem um percurso mental evolutivo que urge investigar e delapidar.



publicado por Transbordices às 18:28
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007
O Desenvolvimento Cognitivo Segundo Vigotski - 9
2.2 As raízes do Pensamento e da Linguagem Segundo Vigostki   

     Vigotski estabelece logo de início que pensamento e fala não são complementares, e que geneticamente seguem evoluções diferentes, embora a uma determinada altura tendam a complementar-se. Deste modo, pensamento e linguagem serão fenómenos distintos. Para o fundamentar, Vigotski recorre aos estudos de Koeler e Yerkes, que realizaram experiências com animais na busca por uma explicação filogenética dos fenómenos inerentes ao desenvolvimento. Nas experiências famosas que Koehler realizou com chimpanzés, ficou bem claro que estes possuíam uma inteligência bem desenvolvida, embora em nada comparável à humana. Na realidade, os chimpanzés chegaram inclusive mostrar capacidades de abstracção na resolução de novos problemas, ou seja - recorrendo a utensílios que transcendem o que a natureza oferece espontâneamente. Conforme observações, os chimpanzés mostraram ser capazes de, à semelhança do ser humano, construir mentalmente estados de coisas que transcendem o mundo natural – os chimpanzés foram capazes de encaixar varas umas nas outras de modo a poder alcançar bananas fora do seu alcance físico. Na continuação das experiências, agora relativamente à fala, conclui-se que também os chimpanzés (até porque fisiologicamente são as criaturas mais parecidas com o ser humano) usam uma linguagem fonética, embora muito rudimentar e pouco desenvolvida; nada que se assemelhe ao fenómeno linguístico que caracteriza o ser humano. Na realidade, a linguagem utilizada pelos símios, apenas traduz a expressividade de emoções básicas instintivas. Nos animais irracionais, sem dúvida que podemos encontrar determinadas formas de expressividade articulada através de sons. O que os animais não podem realizar através da linguagem é a ideação, ou seja, a retenção de símbolos para lá dos quadros referenciais concretos. Já no feito incrível do macaco de Koelher esse facto veio à tona, desta feita ao nível do pensamento a-linguístico – fora do quadro geral do referencial, ou seja, sem as bananas ao alcance da visão, embora na presença das varas, o chimpanzé nunca foi capaz de resolver o problema que tão bem superava na presença de todas as variáveis em simultâneo. Deste modo, podemos concluir que as capacidades que os seres humanos evidenciam ao nível da linguagem se devem à sua capacidade de retenção dos símbolos, e consequentemente à formação de conceitos. Os animais certamente que conseguem emitir um sinal vocal na presença do perigo, mas esse sinal vocal não traduz qualquer intenção de comunicar o perigo, é antes uma exteriorização do seu instinto básico de temor e pavor. A capacidade de comunicar experiências, tanto no sentido de informar, como no sentido de manipular, nunca foi observada em qualquer animal. Não fora assim, e a experiência adquirida na manipulação do instrumento “vara”, poderia ser comunicada aos restantes elementos do grupo, ou até mesmo às gerações vindouras. Filogeneticamente podemos claramente determinar que existe um desenvolvimento de pensamento claramente pré-linguístico, já que as vocalizações das espécies inferiores não se podem comparar a reacções intelectuais, isto é, com o pensamento.


publicado por Transbordices às 17:35
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007
O Desenvolvimento Cognitivo Segundo Vigostki - 8

(2.1 - Piaget e Stern Interpretados por Vigotski (...) Continuação...) 


      Recorrendo a Stern, Vigotski irá refutar o intelectualismo e o personalismo, assim como todas as correntes que se imiscuem dos traços da genética como fundamento para o desenvolvimento cognitivo. O traço comum a este género de abordagem consiste no postulado da intencionalidade. O intelectualismo de Stern, personifica, segundo Vigotski, todas as correntes de cariz teorético-postulativo, que ao fundamentarem a aquisição das competências linguísticas de uma forma espontânea e imediatista - de uma vez por todas - se imiscuem de procurar uma fundamentação comprovamentacionista dos processos que ocorrem durante a aprendizagem da fala. A relação entre a fala e o pensamento, será assim fundamentada, a partir de um postulado, que assume a sua fundamentação a partir de uma prerrogativa pré-assumida, ou seja, de acordo com uma crença que se aproxima de pressupostos similares aos da fé religiosa - Stern praticamente ignora todos os caminhos intrincados que levam ao amadurecimento da função do signo - esquece o percurso que leva a criança a evoluir da capacidade de relacionar a palavra e o objecto, à capacidade das relações mentais e puramente abstractas entre signo e referente. Stern parece esquecer que as competências lógicas não são uma capacidade formada a priori no intelecto dos seres humanos, daí ter negligenciado o percurso evolutivo do desenvolvimento em geral, que investigadores como Wallon, Koffka e Piaget, entre outros, provaram ser um processo gradual e com fases bem distintas de sedimentação. O estudo que Vigostki nos propõe terá então uma orientação que segue dois traços básicos: A importância das relações inter-pessoais no desenvolvimento racional, em detrimento de um primado subjectivista-construtivista, e a aproximação a métodos que possibilitem estudar o fenómeno do desenvolvimento da fala segundo padrões estruturalistas e formulados a partir duma genética experimentalista. Será importante referir que a aprendizagem da fala tem para Vigotski uma relação muito estreita com o desenvolvimento cognitivo e com a própria inteligência humana.




publicado por Transbordices às 17:09
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2007
O Desenvolvimento Cognitivo Segundo Vigotski - 7

2 - O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO SEGUNDO VIGOTSKI


2.1 Piaget e Stern Interpretados por Vigotski


Vigotski propõe-se desenvolver uma investigação cujo tema procura aprofundar a génese do pensamento a partir duma perspectiva que se centra na linguagem. Nesta proposta começa por recorrer às teorias de Piaget e de Stern, que lhe servem de ponto de partida, de modo a estabelecer limites, contornos e objectivos para a tese pessoal que depois nos sugere.


Segundo Piaget, a orientação que o desenvolvimento da fala assume nos termos da sua génese, caracteriza-se por uma evolução gradual que parte do pensamento autístico para o pensamento articulado. O pensamento autista que será assim a primeira manifestação da actividade cerebral racional, é radicalmente auto-centrado, e pode-se até dizer que se resume à experiência instintiva. Depois - de acordo com um esquema evolutivo que parte, ainda segundo Piaget, do subjectivo para o objectivo, ou seja, de dentro para fora - o pensamento adquirirá futuramente competências complexas como as que possibilitam a comunicação social e as articulações lógicas em geral. Deste modo, ainda segundo a perspectiva de Piaget, a função social na genética do pensamento não é uma causa mas um fim.


É precisamente este o ponto de divergência invocado por Vigotski. A mediação dos factores sócio-relacionais terá uma importância muito vincada na formação dos processos que levam a criança do pensamento autista ao pensamento dirigido. A tese Piagetiana sofre assim uma inflexão – a genética do pensamento não depende de condições subjectivas mas é sempre moldada a partir das condições de inserção ambiental da criança. A fala egocêntrica não será assim um mero patamar intermediário no percurso que leva do pensamento autístico até ao pensamento dirigido – uma fase de transição que será superada - e sim um instrumento do pensamento no sentido próprio do termo – a fala egocêntrica característica das crianças é o próprio pensar, em tudo similar à fase do pensamento interiorizado. Segundo Piaget, a fala egocêntrica tende a desaparecer quando dá lugar ao pensamento já perfeitamente desenvolvido. Vigotski não partilha esta opinião – defende que a fala egocêntrica é apenas uma manifestação particular do pensamento, em muito semelhante ao pensamento interior e à fala organizada. Deste modo, a fala egocêntrica, nada mais é do que a manifestação das reacções que o meio provoca na genética do pensar, ou seja, a criança fala porque o meio lhe coloca problemas que ela resolve por meio de um pensamento ainda rudimentar, ainda nas suas primeiras fases de desenvolvimento. Deste modo, a função primordial da fala, tanto nas crianças quanto nos adultos, é a comunicação, o contacto social. A fala mais primitiva da criança é, portanto, essencialmente social, sendo que, segundo a concepção de Vigotski, o verdadeiro curso do desenvolvimento do pensamento não vai do individual para o socializado, mas do social para o individual. Este aspecto assume grande relevância quando questionadas as pretensas condições de universalidade pretendidas por Piaget – É que na realidade, se os factores mediadores do meio são determinantes, então isso significa que os próprios resultados obtidos por Piaget poderiam ter sido muito diferentes se as condições experimentais tivessem sido outras. Vigotski sugere-nos que se os experimentos se tivessem realizado em condições de trabalho concreto, os resultados teriam sido outros, já que a natureza dos problemas a resolver teria obrigatoriamente que dar respostas diferentes. Assim, estamos perante uma teoria que faz depender o desenvolvimento essencialmente de condições extrínsecas e não lineares, embora o papel do sujeito não se reduza à mera passividade como pretenderiam os behavioristas.



publicado por Transbordices às 23:11
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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2007
O Desenvolvimento Cognitivo Segundo Vigotski - 6

(...) Enquadramento Geral - 1.1 Breve Incursão Pela História da Psicologia (Continuação...)


      Podemos dizer que a psicologia começou verdadeiramente com a criação do laboratório experimental de Wundt. Ainda muito apegado ao estudo das condições fisiológicas na sua relação com os estados psíquicos, desenvolveria estudos relacionados com a visão, a audição, o tacto, o gosto (paladar), o sentido de tempo, a percepção, o tempo de reacção, a atenção. Estamos ainda claramente nos domínios da causalidade psico-física, ou seja, na procura por uma fundamentação mecanicista, universal e metódica das condições de possibilidade das reacções sensório-motoras da psique humana. A psicologia de Wundt procurava decompor a mente nos seus objectos mais simples – as sensações.


      Posteriormente, pela mão de Pavlov, a psicologia sofreria uma inflexão que daria mais tarde origem ao comportamentalismo ou behaviorismo. Os estudos de Pavlov com animais no domínio da reflexologia, criaram as condições para o desenvolvimento dos estudos de Watson, pai do comportamentalismo. O comportamentalismo caracteriza-se pelo abandono dos métodos introspectivos em prol da observação controlada, e sobretudo pela importância dada aos factores relacionais no desenvolvimento do comportamento humano. Watson acreditava piamente no poder das referências extrínsecas como o principal factor de educabilidade e desenvolvimento. Dedicou-se largamente às questões da educação, e introduziu na psicologia a ideia de primeira infância como fase decisiva para a formação do temperamento, ideia que aliás é muito querida a Freud e à psicanálise. Para Watson, o estudo da psicologia resumia-se à observação das respostas perante determinados estímulos induzidos. Com Watson podemos também invocar a expressão “condicionamento de temperamento”, não fosse um sucessor de Pavlov e da reflexologia. Segundo Watson, o que nós fazemos é o que o meio nos faz fazer. É célebre a sua frase – “Dêem-me uma dúzia de crianças sadias, bem constituídas e a espécie de mundo que preciso para as educar, e eu garanto que, tomando qualquer uma delas, ao acaso, prepará-la-ei para se tornar um especialista que eu seleccione (…)”. A teoria do comportamento haveria de evoluir futuramente com autores como Bandura, Hull, Thorndike, Tolman ou Skinner. Não podemos deixar de referir contudo, que o behaviorismo falha ao deparar-se com determinadas estruturas da psique humana que não podem ser, de modo algum, fundamentadas exclusivamente a partir da interacção com o meio, como no caso dos sentimentos, das emoções, do gosto, da identidade, e até mesmo das estruturas que possibilitam a aprendizagem em geral. Relativamente a estas questões, Piaget haveria de alcançar uma solução mediadora. O meio terá a sua importância, embora o indivíduo possua estruturas a priori que possibilitam o conflito cognitivo originado a partir da interacção com o mundo. Já Vigotski considera que Piaget dá pouca relevância ao papel fundamental que a interacção entre os indivíduos representa para o conflito cognitivo de superação na dialéctica das estruturas do desenvolvimento. Ao contrário de Piaget, radica precisamente nas relações inter-pessoais e no enraizamento social a condição de possibilidade para os saltos qualitativos no processo da aprendizagem. Dedicaremos às teses de Vigotski uma atenção mais aprofundada. Voltando ainda a Piaget e à emergência do cognotivismo construtivista, gostaríamos de realçar o carácter mais liberal das teorias de Piaget relativamente às de Watson. Modo geral, o que para os comportamentalistas se resume a uma passividade do sujeito cognoscente, em Piaget, assume um estatuto activo – Piaget refere um individuo plenamente intrínseco ao seu papel mediador, em que a subjectividade representa o papel predominante no processo de desenvolvimento, ao contrário do que pretenderiam os behavioristas, como vimos atrás. Já Vigotski complementariza estes dois pólos, do modo como veremos daqui em diante.



publicado por Transbordices às 17:02
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2007
O Desenvolvimento Cognitivo Segundo Vigotski - 5

( ...) Enquadramento Geral - 1.1 Breve Incursão Pela História da Psicologia (Continuação...)     


      No entanto, no escopo das práticas experimentais e do positivismo, a psicologia apresenta desde logo uma grande dificuldade, que consiste no alcance fugidio do seu objecto próprio – a psique caracteriza-se por uma subjectividade que escapa à observação prática, as suas manifestações não se podem objectivar como os elementos que os cientistas observam no tubo de ensaio. Este facto levanta desde logo problemas relativamente à metodologia a adoptar. As grandes variações paradigmáticas da psicologia variam em torno desta questão central – a metodologia confrontada com as dificuldades de acesso ao objecto seu especifico, ou seja, a subjectividade e a volatilidade do psiquismo humano dificilmente poderá ser submetido aos métodos experimentais que caracterizam as ciências empíricas e naturais – o seu objecto é fugidio e as condições de seu estudo dadas à teorética e à especulação.

      Regra geral as metodologias empregues ao serviço da investigação em psicologia têm duas grandes áreas de referência – a introspecção e a observação controlada, cada uma das quais com limitações e pontos de ruptura. Por um lado, a introspecção dependerá sempre da apreciação de um sujeito que poderá adulterar determinados factores significativos, por outro, a observação directa das respostas a determinados estímulos poderá ser falseada pela dúbiez dos processos internos, que como já referimos, não são directamente observáveis, daí não completamente fiáveis. Não obstante, Piaget, o pai do desenvolvimento cognitivo como disciplina da psicologia, desenvolve o método clínico. Através do método clínico, Piaget pretende evitar as generalizações, mesmo no seu próprio campo, e toma um cuidado especial para não resvalar para os domínios correlatos da lógica, da teoria do conhecimento ou da história da filosofia. Na realidade, embora a área específica do estudo da psicologia singre por trilhos escorregadios e movediços, o empirismo puro, parece ser para Piaget, o único terreno seguro.


Nota:


Método Clínico


Não é um método de pesquisa nem pretende descobrir leis do comportamento mas constitui-se como uma série de procedimentos de diagnóstico e tratamento de pessoas com problemas de comportamento e /ou emocionais.

Deste modo o estudo desenvolve-se sobre um único indivíduo ao longo de determinadas fases:

  • Anamnese - Levantamento da história individual do paciente, recorrendo a fontes externas e trazendo à memória informações perdidas. Esta fase permite elaborar algumas hipóteses de trabalho que vão condicionar a fase seguinte
  • Entrevista - Colocação de questões ao paciente na tentativa de seleccionar hipóteses a partir das suas respostas verbais e não-verbais (gestos, reacções, etc.)
  • Observação - Estudo dos comportamentos do paciente no seu ambiente natural de modo a confirmar a hipótese seleccionada
  • Testes - Realização de testes de personalidade (do tipo projectivo) de modo a certificar as conclusões. Note-se que estes testes podem ser igualmente utilizados no início do processo de modo a fornecer informações.


publicado por Transbordices às 18:40
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